Wi-Fi do pavilhão caiu: plano B para não parar a ativação

Internet instável é regra em feira, não exceção. Notebook, roteador próprio e TV por HDMI sustentam inscrição, quiz e sorteio sem depender da rede do pavilhão.

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Internet instável é o cenário padrão

Pavilhão cheio, dezenas de stands no mesmo Wi-Fi, antena saturada no horário de pico. A rede do evento cai — ou fica tão lenta que o formulário não envia. Se a ativação depende só disso, o telão trava e a equipe volta para o papel.

O plano B não é “esperar voltar”. É operar na rede local do próprio stand: notebook, roteador e TV, sem pedir internet ao pavilhão.

Quando o offline deixa de ser opcional

  • parque de exposições, área aberta ou pavilhão conhecido por Wi-Fi ruim;
  • volume alto: filas contínuas, não dezenas de visitas no dia;
  • sorteio ou quiz no telão como âncora da ativação;
  • equipe comercial que não pode “anotar no celular e lançar depois”;
  • TI do cliente exigindo que nada crítico dependa da rede do recinto.

Contrate e teste com antecedência. Offline no dia D, sem ensaio, vira outro incidente. O modo offline do Sortefy entra no plano Profissional (ou módulo à parte). Veja os planos.

Setup mínimo no estande

Com internet no local, basta notebook, TV HDMI e celulares do público no QR. Sem internet, o notebook passa a ser o servidor da campanha na LAN.

  • Notebook anfitrião — roda o Sortefy offline (Sortefy Evvent): inscrições, validações, sorteio e brindes.
  • Roteador Wi-Fi do stand — de preferência com o notebook no cabo Ethernet. Celulares, tablets e a TV (se for Smart TV na mesma rede) entram no Wi-Fi do roteador, não no do pavilhão.
  • TV ou monitor HDMI — roleta, quiz ou sorteio ao vivo.
  • Tablet ou celular da equipe — na mesma rede, para registrar quem não aponta o QR sozinho.

A lista ilustrada está na landing, em aparelhos necessários. A TI do cliente só precisa autorizar a instalação e a regra de firewall indicada pela equipe Sortefy.

O que não fazer quando a rede cai

  • virar hotspot do celular da equipe para dezenas de visitantes;
  • voltar para lista de papel “só enquanto isso” — os dados não voltam limpos;
  • trocar o QR no meio do dia sem avisar quem já estava na fila;
  • assumir que a rede do pavilhão “melhorou depois do almoço”.

O público não distingue “o Wi-Fi do recinto falhou” de “a marca não funciona”. O telão precisa continuar girando.

Depois do evento: sincronizar e exportar

A operação offline cobre o pavilhão. Quando houver conectividade de novo, a campanha volta para a nuvem: participantes, ganhadores e estoque de brindes no mesmo fluxo. Aí o CSV segue para o CRM — o passo a passo está em do QR Code ao CRM nas 48 horas.

Evento com Wi-Fi duvidoso? Fale com a gente sobre o modo offline. WhatsApp sobre o modo offline, veja os aparelhos do setup ou envie uma mensagem.